Algum lugar no planalto
central
03:42
O jovem rapaz correu ofegante pelo apertado
corredor mal iluminado. A umidade das paredes era evidente quando algumas
pequenas gotas de água caíam do teto de encontro a poças
no chão. O eco do barulho das gotas d'água era ouvido de longe.
Via-se, pelas feições do garoto que ele estava tomado por um
terror incontrolável. Então ele pode ouvir os grunhidos que
vinham do fundo da caverna. gritos sobrehumanos, bizarros, grunhidos de monstros,
famintos, sedentos por sangue. . .
Foi então que ele
lembrou da pena. Sim! a pena!!!! Jorge disse que ela poderia ser sua salvação!
E nesse instante ela talvez fosse a única opção que lhe
restava. Desarmado, jorge pegou a pena, fincou-a no chão, ajoelhou
a começou a rezar. Seus olhos forçando para ficarem fechados,
enquanto os grunhidos chegavar cada vez mais perto. E o garoto rezava baixo.
O barulho cada vez mais perto. O rapaz sentia a presença maligna no
lugar e se apavorava, mas continuava rezando. começou a sentir uma
mão em seu pescoço, e de repente então, abriu os olhos.
De dentro deles, uma luz branca saiu. Então ele abriu a boca e a mesma
luz saiu de dentro dela. "Saiam, monstros" o garoto gritou. "Enquanto Deus
estiver do meu lado, nenhum ser das trevas irá me atingir, e eu estarei
protegido". De repente, num tranco, o monstro que estava a segurar o pescoço
do garoto foi atirado para trás. O garoto ouviu os grunhidos afastando-se,
e então a calma voltou, seu pequeno coração voltou a
bater normalmente. Ao abrir os olhos, Jorge estava à sua frente. "Bem,
henrique, você conseguiu?" O Garoto, abrindo um sorriso, disse "Sim,
jorge, aqui está, o dente de um desses monstros". Ao buscar pelo dente
em seu bolso, o jovem henrique se depara com um punhado de pó. Jorge
ri e diz "Muito bem, henrique, vejo que você passou pela prova. Vamos,
ainda há muito o que aprender, muito mesmo. . .
Entraram então em um carro preto,
e seguiram de encontro à noite. Não faziam a mínima idéia
dos perigos que iriam encontrar de agora em diante. . .
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